Calendário 2012 das escolas estaduais de São Paulo
Diário Oficial -Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 8 de julho de 2011 -Resolução SE 44, de 7-7-2011
Dispõe sobre a elaboração do calendário escolar anual das escolas da rede estadual de ensino
O SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, à vista do que lhe representaram a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento de Recursos Humanos e considerando: - as reivindicações de representantes dos profissionais da educação por ocasião de visitas realizadas pelo Secretário aos polos regionais; - a obrigatoriedade de se assegurar em todas as unidades escolares o cumprimento dos mínimos de dias letivos e horas de aula exigidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; - a necessidade de instrumento que preveja e contemple as atividades necessárias à eficácia e à eficiência da gestão escolar; - o disposto no Decreto nº 56.052, de 28.7.2010, que dispõe sobre o funcionamento das escolas públicas estaduais nos períodos de recesso escolar; - a conveniência de se adotar um calendário mais compatível com os dos demais sistemas de ensino; e - a oportunidade de se oferecer aos funcionários, alunos e pais de alunos condição de melhor planejamento de suas atividades, Resolve:
Artigo 1º - a partir do ano letivo de 2012, as escolas estaduais paulistas se organizarão para atender ao que se segue:
I – início das aulas regulares no primeiro dia útil de fevereiro;
II – encerramento das aulas regulares do 2º bimestre no último dia útil de junho;
III – início das aulas regulares do 2º semestre no primeiro dia útil do mês de agosto, e término, quando se completarem os 100 (cem) dias letivos previstos para o semestre.
Parágrafo único – a organização das atividades escolares será feita de forma a não prever a participação de alunos nos meses de janeiro e de julho.
Artigo 2º - As escolas estaduais deverão organizar seu calendário de forma a garantir, na implementação da proposta pedagógica, o mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar e a carga horária anual de estudos estabelecida para o período diurno e/ou noturno, respeitada a devida correspondência quando adotada a organização semestral.
Artigo 3º - Consideram-se como de efetivo trabalho escolar os dias em que, com a presença obrigatória dos alunos e sob orientação dos professores, sejam desenvolvidas atividades regulares de aula e outras programações didático-pedagógicas, que visem à efetiva
aprendizagem.
§ 1º - É vedada a realização de eventos ou de atividades não programadas no calendário escolar, em prejuízo de aulas previstas.
§ 2º - Os dias letivos e/ou aulas programadas que deixarem de ocorrer por qualquer motivo deverão ser repostos, conforme a legislação pertinente, podendo ocorrer essa reposição inclusive aos sábados.
Artigo 4º - o calendário escolar deverá ser elaborado com a participação de docentes, ratificado pelo Conselho de Escola e encaminhado à Diretoria de Ensino para a devida homologação.
Parágrafo único - Qualquer alteração no calendário escolar homologado, independentemente do motivo que a determinou, deverá ser submetida à apreciação do Supervisor de Ensino da escola e à nova homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.
Calendário 2012 das escolas estaduais de São Paulo (continuação)
Artigo 5º - na elaboração do calendário, a escola deverá observar:
I – férias docentes nos períodos de 1º a 15 de janeiro e de 1º a 15 de julho;
II - atividades de planejamento/replanejamento, avaliação, revisão e consolidação da proposta pedagógica, nos 2 (dois) ou 3(três) últimos dias úteis dos meses de janeiro e de julho;
III – período para o processo inicial de atribuição de aulas, de até 7 (sete) dias úteis, antecedendo ao período fixado nos termos do inciso anterior;
IV – 1 (um) dia de atividades para reflexão e discussão dos resultados do SARESP;
V - reuniões do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres;
VI - reuniões bimestrais de Conselho de Classe/Série e de pais de alunos; e
VII - recesso escolar:
a) no período que antecede as atividades de planejamento, em janeiro, logo em seguida ao período de férias docentes;
b) de 10 (dez) dias úteis no mês de julho, logo em seguida ao período de férias docentes, e c)
em dezembro, logo em seguida ao encerramento do ano letivo.
§ 1º - Os dias destinados às atividades relacionadas nos inciso II, IV e VI deste artigo são considerados como de efetivo trabalho escolar.
§ 2º - As datas das atividades previstas nos incisos II, III e IV deste artigo serão definidas em Portarias a serem expedidas pelos órgãos centrais da Pasta.
Artigo 6º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.
Comentário da Edilva: adorei esse novo calendário letivo, pois assim as férias do meio do ano em meus dois empregos, particular e público, coincidirão. Como vou ficar em férias no início do mês de julho poderei ir à Feira Literária Internacional de Paraty, que sonho ir há vários anos, mas não posso viajar no início de julho devido as provas e entrega de notas da rede estadual. Vários colegas não gostaram do novo calendário, mas a vida é assim, nunca todos ficarão contentes.
Assisti ontem a noite ao inteligente, criativo e surpreendente filme Antes que o diabo saiba que você está morto (Before the devil knows you're dead), filme de 2007 com Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke, Marisa Tomei, e Albert Finney como personagens em torno dos quais se desenvolve toda a trama narrativa.
Dirigido pelo veterano Sidney Lumet (84 anos), o filme surpreende e aterroriza pela força dramática, pela atuação dos atores e pelo intricado coeso do enredo, que obriga o telespectador a ficar o tempo todo atento para compreender a trama.
O tempo e o espaço, dois elementos básicos da narrativa são desconstruídos e fragmentados, as personagens se movem rapidamente em espaços interiores diversos, em um tempo pulverizado pela montagem do filme, que nos leva a diferentes momentos da ação fílmica, é preciso estar profundamente atento para preencher as lacunas do enredo sobre fatos que ficam em aberto para a nossa conclusão pessoal.
Philip Seymour Hoffman (Andy) enfrenta problemas na empresa imobiliária em que trabalha, pois é avisado pelo chefe da vistoria de auditores no departamento que dirige, vistoria esta que pode comprometê-lo, visto ter desviado dinheiro da empresa. Diante do desespero decide convencer o irmão Hank (Ethan Hawke), que também tem graves problemas financeiros, (como dívida atrasada da pensão alimentícia), a assaltar a joalheira de seus pais.
A partir daí, a trama ganha densidade incrível, em que as fragilidades, traumas e dor das personagens vem a tona de maneira dramática e dilacerante, numa reviravolta fantástica e bem montada.
Eu curti muito o filme, há tempo tinha vontade de assistí-lo, fiquei literalmente "pregada" o sofá, quando o filme terminou, respirei aliviada, pois foi muita tensão..kkkkkkkkk
TEXTO DE DESPEDIDA DE RUBEM ALVES DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO
(A partir de hoje às minhas terças feiras ficaram mais tristes, pois não mais lerei a bela e filosófica coluna de Rubem Alves)
Despedida --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Minha alma é movida pelas ausências; mas, nos jornais, não há lugar para ressurreições
ESSA CRÔNICA é uma despedida. Resolvi, por decisão própria, parar de escrever em Cotidiano. Devo ter perdido o juízo. Minha decisão contraria um dos dois maiores sonhos de cada escritor. Primeiro, o sonho de ser um best-seller. Encontrar algum livro seu nas prateleiras da livraria Laselva, nos aeroportos. Confesso: sou vítima dessa vaidade. Mas não aprendo a lição. Nos aeroportos, vou sempre visitar a Laselva na esperança de lá encontrar um dos meus livros. Saio sempre desapontado. O outro sonho dos escritores é ter seus textos publicados num jornal importante: ser lido por milhares de leitores. O que significa reconhecimento duplo: do jornal que os publica e dos leitores. Isso faz muito bem para o ego. Todo escritor tem uma pitada de narcisismo. Fernando Pessoa tem um poema que diz assim: "Tenho dó das estrelas luzindo há tanto tempo, tenho dó delas..." E ele se pergunta se "não haverá um cansaço das coisas, de todas as coisas..." Respondo: Sim. Há um cansaço. A velhice é o tempo do cansaço de todas as coisas. Estou velho. Estou cansado. Já escrevi muito. Mas, agora, meus 78 anos estão pesando. E como acontece com as estrelas, há sempre a obrigação de brilhar. A obrigação: é isso o que pesa. Quereria ser capaz de viver um poeminha do Fernando Pessoa: "Ah, a frescura na face de não cumprir um dever... Que refúgio o não se poder ter confiança em nós..." Perco o sono atormentado por deveres, pensando no que tenho de escrever. Sinto -pode ser que não seja assim, mas é assim que eu sinto-que já disse tudo. Não tenho novidades a escrever. Mas tenho a obrigação de escrever quando minha vontade é não escrever. Não é qualquer coisa que se pode publicar num jornal. O próprio nome está dizendo: "jornal", do latim "diurnalis"; de "dies", dia, diurno; o que acontece no dia; diário. O tempo dos jornais é o hoje, as presenças. Mas minha alma é movida pelas ausências: nos jornais, não há lugar para ressurreições. Acho que aconteceu comigo coisa parecida com o que aconteceu com a Cecília Meireles. Escrevendo sobre ela, Drummond falou o seguinte: "Não me parecia criatura inquestionavelmente real; por mais que aferisse os traços positivos de sua presença entre nós, marcada por gestos de cortesia e sociabilidade, restava-me sempre a impressão de que ela não estava onde nós a víamos... Por onde erraria a verdadeira Cecília, que, respondendo à indagação de um curioso, admitiu ser seu principal defeito 'uma certa ausência do mundo'"? Deve ser alguma doença que ataca preferencialmente os velhos e os poetas. A Cecília descrevia o tempo da sua avó com "uma ausência que se demorava". E Rilke se perguntava: "Quem assim nos fascinou para que tivéssemos um olhar de despedida em tudo o que fazemos?" O sintoma dessa doença é aquilo que a Cecília disse: uma certa ausência do mundo. O místico Ângelus Silésius já havia notado que temos dois olhos, cada um deles vendo mundos diferentes: "Temos dois olhos. Com um, vemos as coisas do tempo, efêmeras, que desaparecem. Com o outro, vemos as coisas da alma, eternas, que permanecem". Jornais são seres do tempo. Notícias: coisas do dia, que amanhã estarão mortas. E é por isso vou parar de escrever: porque estou velho, porque estou cansado, porque minha alma anda pelos caminhos do Robert Frost, porque quero me livrar dos malditos deveres que me dão ordens desde que me conheço por gente.
Fonte: Folha de São Paulo, edição de(01/11/2011). Caderno Cotidiano.
Ao contrário do que dizem os pessimistas de plantão e os professores infelizes, a vida de professor não é só estresse, cobrança e desvalorização profissinal, isso tem, é claro, mas há muitos (a maioria) momentos felizes, cheios de alegria, amizade, e confraternização como esse que vivi com as alunas do 1º ano de Pedagogia das Faculdades Integradas de Pereira Barreto(FIU).
Comentário da Edilva:re-publico no blog texto primoroso de Mirian Goldberg, antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro sobre os velhos clichês que ainda permeiam o imaginário feminino em relação aos homens. Esse texto foi publicado na edição de 30 de agosto de 2001, no Caderno Equilíbrio do Jornal Folha de São Paulo.
Compartilhei esse texto em sala de aula com alunas do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Urubupungá (FIU), a maioria das alunas, mulheres entre 20 e 45 anos, disse que essas afirmações não são clichês, pois representam a realidade em que elas vivem. Leia e tire suas conclusões, pois os textos estão postos para que os leitores com sua visão de mundo construa sentidos e os entenda.
Os velhos clichês e a guerra de sexos (Mirian Goldberg)
"Homem só quer sexo, mulher quer amor." "Todo homem é galinha, machista e infiel." "Homem tem medo de mulher independente." "Homens ficam inseguros quando o salário da mulher é maior." "Homens são infantis, bobos e imaturos." "Eles odeiam discutir a relação." "Homem não sofre por amor." "Eles se separam e logo arranjam outra." "Eles detestam mulher inteligente." Esses e outros clichês são crenças frequentes entre as mulheres brasileiras. Elas repetem esses velhos chavões como se só elas, e não eles, tivessem mudado nas últimas décadas. Não encontro entre os homens os mesmos clichês. Eles dizem que se sentem atraídos pelas inteligentes e que admiram as fortes, poderosas, independentes. A maioria quer sexo, sim, mas com a mulher amada. Um economista de 55 anos declarou: "Para as mulheres, todo homem é galinha. Sempre fui fiel à minha mulher. Não quero ter outra. Quero que ela seja também a minha amante. Não quero trair a minha melhor amiga". Os dados do IBGE mostram crescimento no número de homens que se casam com mulheres mais velhas. Eles desejam uma mulher bonita, é verdade, mas desde que ela seja interessante (inteligente, bem-humorada, independente). Como me disse um arquiteto de 47 anos: "Essa coisa de homem trocar uma mulher de 40 por duas de 20 é o maior clichê que as mulheres inventaram. Quero uma mulher interessante, uma companheira. E que mulher de 20 anos pode me ensinar alguma coisa? Não quero uma filha para ser dominada ou um troféu para ser exibido. Mas as mulheres insistem em rotular os homens". Ou ainda, conforme um jornalista de 39 anos: "É até engraçado! As mulheres se consideram únicas, especiais, diferentes. Já nós, os homens, somos todos iguais. É como se elas fossem de uma espécie mais civilizada, superior, e nós os primitivos, seres inferiores". Elas continuam repetindo ideias que não combinam mais com grande parte dos homens brasileiros. Acabam, assim, reforçando os estereótipos de gênero, os mesmos que elas dizem querer destruir. É óbvio que as brasileiras estão mais livres. Mas parece existir uma cegueira feminina na hora de aceitar as transformações dos comportamentos masculinos e os novos modelos de ser homem. Para conquistar uma verdadeira igualdade entre os gêneros, não seria a hora de parar de enxergar todos os homens pela mesma lente dos velhos clichês?
Há mais de 200 anos, quem acaba são seus adversários, como a escravidão, o fascismo e o comunismo
Os Estados Unidos iam acabar. Não nesta semana, mas há exatos 150 anos, depois que as tropas do Sul venceram em Manassas a primeira grande batalha da Guerra Civil. Grandes políticos ingleses, bem como "The Economist" e "The Times" (pré-Murdoch), achavam que o presidente Lincoln forçara a mão com o Sul. Quatro anos e 620 mil mortos depois, a União foi preservada e acabou-se a escravidão. Passou pouco mais de meio século e, de novo, os Estados Unidos iam acabar. A Depressão desempregou 25% de sua mão de obra e contraiu a produção do país em 47%. A crise transformou fascismo e nazismo em poderosas utopias reacionárias. De Henry Ford a Cole Porter, muita gente se encantou com o ditador italiano Benito Mussolini. Dezesseis anos depois, as tropas americanas entraram em Roma, Berlim e Tóquio. Em 1961, quando os soviéticos mostraram Yuri Gagarin voando em órbita sobre a Terra, voltou-se a pensar que os Estados Unidos iam se acabar. Em 1989, acabou-se o comunismo. A decadência americana foi decretada novamente em 1971, quando Richard Nixon desvalorizou o dólar, ou em 1975, quando suas tropas deixaram o Vietnã. O dólar continua sendo a moeda do mundo, inclusive para os vietnamitas. A última agonia, provocada pela exigência constitucional da aprovação, pelo Congresso, do teto da dívida do país, foi uma crise séria, porém apenas uma crise parlamentar. Para o bem de todos e felicidade geral das nações, não só os Estados Unidos não se acabam, mas o que se acaba são os modelos que se opõem ao seu sistema de organização social e política. No cenário de hoje, o ocaso americano coincidiria com a alvorada de progresso e eficácia da China. Lá, o teto da dívida jamais será um problema. Basta que o governo decida. Como lá quem decide é o governo, nos últimos cem anos o Império do Meio passou por dois períodos de fome que geraram episódios de antropofagia. Hoje a China não tem os problemas dos Estados Unidos, afinal, nem desastre de trem pode ser discutido pela população. Guardadas as proporções, o sistema político brasileiro seria melhor que o americano, porque não haveria aqui a crise parlamentar provocada pelo teto da dívida. Se houvesse, o Brasil não teria quebrado nos anos 80 por ter tomado empréstimos dos banqueiros que ajudaram a criar a encrenca que hoje atormenta Washington. Aquilo que parece uma crise da decadência é uma simples e saudável manifestação do regime democrático. Quando os negros americanos foram para as ruas, marchando em paz ou queimando quarteirões, também temeu-se pelo futuro do país. O que acabou foi a segregação racial. Se hoje há uma crise nos Estados Unidos, ela não está nas bancadas republicanas ou mesmo na influência parlamentar do movimento Tea Party. Eles defendem o que julgam ser o melhor caminho para o país. A crise está em outro lugar, na negação, por um tipo de conservadorismo extremado, dos valores que fizeram da nação americana o que ela é. Quando o governo Bush sequestrou suspeitos pelo mundo afora, levando-os para centros de tortura, e viu-se obrigado a soltar alguns deles porque não eram o que se pensava, aí sim, os Estados Unidos estavam em perigo.
Comentário da Edilva: Texto primoroso de Elio Gaspari publicado na edição de 4 de agosto de 2011 da Folha de São Paulo. Reafirma o destino democrático da Nação Norte-Americana onde começou ou se não consolidou-se a maioria das ações de empoderamento do sujeito humano. Mesmo quando debaixo das botas de George Bush os Estados Unidos envergonhava a nós que o amamos, sabíamos que a ideia de liberdade e a vocação libertária desse país extraordinário iria vencer.
Foi iniciado ontem com encontro presencial a 3ª etapa do Concurso Público de Professores da Educação Básica II promovido pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
Sou uma das aprovadas e mesmo sendo professora efetiva da Rede Estadual de Ensino de São Paulo, resolvi fazer o concurso porque este oferece vantagens como, ganho de ponto para atribuição de aula, oportunidade de estudar especificamente o Currículo do Estado de São Paulo, tanto em âmbito geral (pedagógico) quanto especifico (da disciplina que ministro, no caso Língua Portuguesa) bolsa de estudo ( no valor de quase três salários mínimos) durante 4 meses.
O curso é formatado em atividades on-line, 3 encontros presenciais e uma prova final. Hoje ao começar A conhecer o ambiente virtual de aprendizagem do curso e o materialfiquei muito contente com a perspectiva de aprendizagem que terei durante o curso.
Promovido pela Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo – EFAP, o curso é resultante das ações de formação empreendidas pela SEESP, por meio da EFAP, e visa assegurar aos futuros ingressantes uma formação sintonizada com o que se espera como prática docente na rede pública estadual.
De acordo com material da SEESP, o objetivo principal do curso é propiciar uma familiarização com a estrutura da rede de ensino, com a proposta curricular que orienta a prática de ensino de cada professor nas especificidades – as disciplinas – e questões pedagógicas nela implícitas.
O curso é composto de duas etapas planejadas da seguinte forma: 1.Núcleo Básico: etapa comum a todos os cursistas, com foco na formação pedagógica. Duração: 160 horas, distribuídas ao longo de oito módulos – oito semanas. 2.Formação Específica: etapa destinada às especificidades pedagógicas e curriculares das disciplinas para as quais o cursista se candidatou. Duração: 200 horas, distribuídas ao longo de dez módulos – dez semanas.
Nas considerações sobre a natureza do curso, o material elaborado pela SEESP afirma o seguinte: “O Núcleo Básico objetiva apresentar questões de caráter pedagógico e do cotidiano das escolas da rede pública estadual de educação básica. É uma etapa fundamental ao seu ingresso na rede, pois traz oportunidades de reflexão e debate a partir de conteúdos e atividades em torno de temas que abordam a estrutura da SEESP e sua proposta curricular para a educação básica, o papel do professor e sua identidade no ensino público, a gestão da sala de aula, bem como assuntos relevantes para o contexto atual da educação, tais como a educação inclusiva, a relação entre família e escola, identidade e diversidade com foco no estudo sobre jovens e adolescentes e nas questões que envolvem currículo e avaliação. A Etapa 2 corresponde aos módulos de formação específica nos conteúdos de cada disciplina e em Educação Especial e foi planejada com o intuito de abordar os conhecimentos relacionados à(s) disciplina(s) que você escolheu ao se inscrever no Concurso. Assim, após a formação no Núcleo Básico, você se aproximará mais das discussões teórico-práticas relativas ao exercício docente a partir dos conteúdos específicos de sua área de conhecimento.”
Estou animada e empolgada com a perspectiva de aprendizagem que será proporcionada por esse curso. Vamos estudar!!!!!!!!!!!!!!
Muitas vêzes só percebemos o quanto algo ou alguém é importante quando nos falta. Há mais de um mês que a TV Cultura estava fora do ar aqui em casa, nem procurei saber se estava fora do ar nas outras casas.hehehehe...
Eu adoro a TV Cultura e senti muito dela estar fora do ar logo nas minhas férias de julho em que teria oportunidade de assistir aos inúmeros programas da emissora que adoro, como: Metropólis, Vitrine, Entrelinhas, Café Filosófico, Documentários, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Manos e Minas e tantos outros.... Fiquei as férias inteiras tentando sintonizar a Cultura nos horários dos meus programas favoritos e nada.....
Agora a tarde estava assistindo TV e no intervalo passei pelo canal da Cultura e a imagem apareceu..Nossa, fiquei muito alegre, estava passando Festival de Cinema Infantil (já fiquei assistindo), depois assisti Escola 2.0, Pé na Rua, agora está passando Cultura Mundo sobre a Ilha de Mandagascar.
O legal é que hoje tem um programa que estreou e ainda não tive oportunidade de assistir que é o Cultura Retrô, apresentado pela Marina Person VJ da MTV e cineasta. Ah vou também assistir ao Metropólis...uauuuuu..vou tomar porre de TV Cultura hoje e matar a saudade...
Hoje é meu aniversário de 48 anos, digo sempre minha idade como atitude de resistência numa sociedade em que dizer a idade (especialmente a mulher) é tabu.
Não tenho costume de comemorar aniversário com festa, não faz parte da minha tradição individual, geralmente nesse dia fico comigo mesma, pensando na vida, lembrando fatos e pessoas que passaram e que estão, os caminhos que me trouxeram até onde estou. O que ainda quero fazer, ler, ouvir, assistir, enfim viver.
Nesse aniversário escolhi a canção Peão interpretada por Almir Sater (cantor e compositor que eu adoro) para pensar sobre a vida.
Penso no espaço do Sertão que aparece na canção como metafóra do mundo, como diria Guimães Rosa "O sertão é o mundo". Vejo a figura do Peão espantado diante das mudanças temporais e espaciais, como representação do ser, espantado diante das mudanças físicas e emocionais que acontecem em sua vida.
Especialmente os versos:"Os caminhos mudam com o tempo/Só o tempo muda um coração/Segue seu destino/boiadeiro/Que a boiada foi no caminhão", considero-os profundamente representativos de nossa trajetória existencial, pois meu caminho muda sempre com o tempo e naturalmente a minha pessoa sofre os impactos dessa mudança, mas como um peão cuja boiada partiu e não volta mais, devo seguir meu destino, pois certamente outras boiadas virão e partirão e virão e partirão e virão..............e partirão...........
Peão - Composição: Almir Sater e Renato Teixeira
Diga você me conhece/ Eu já fui boiadeiro/Conheço essas trilhas/Quilômetro, milhas/Que vem e que vão/Pelo alto sertão/Que agora se chama/Não mais de sertão/Mas de terra vendida/Civilização/Ventos que arrombam janelas/E arrancam porteiras/Espora de prata riscando as fronteiras/Selei meu cavalo/Matula no fardo/Andando ligeiro/Um abraço apertado/E um suspiro dobrado/Não tem mais sertão/Os caminhos mudam com o tempo/Só o tempo muda um coração/Segue seu destino/boiadeiro/Que a boiada foi no caminhão/A fogueira, a noite/Redes no galpão/O paiero, a moda,/O mate, a prosa/A saga, a sina/O "causo" e onça/Tem mais não/Ô peão..../Tempos e vidas cumpridas/Pó, poeira, estrada/Estórias contidas/Nas encruzilhadas/Em noites perdidas/No meio do mundo/Mundão cabeludo/Onde tudo é floresta/E campina silvestre/Mundão "caba" não/Sabe, "prum" bom viajante/Nada é distante/"Prum" bom companheiro/Não conto dinheiro/Existe uma vida/Uma vida vivida/Sentida e sofrida/De vez por inteiro/E esse é o preço "preu" ser brasileiro
Escuta o Almir cantando e veja a paisagem do Sertão/Pantanal, que coisa mais linda!!!!!!!!!!!!!!!!!
Greves de professores, como as que ocorrem no Rio e em Minas, costumam seguir no Brasil um triste roteiro. Sem força para mobilizar a categoria, sindicatos têm de apelar para ações mais radicais. Enquanto isso, a vida segue nas escolas, com parte dos professores em greve, outra trabalhando, e os alunos sabendo que a reposição das aulas, ao final, será para inglês ver. Sem entrar no mérito da viabilidade, a reivindicação salarial é justa. No Brasil, em geral, um professor que concluiu a universidade e dá aula no ensino fundamental tem salário que corresponde apenas à metade dos rendimentos médios de todos os trabalhadores com formação superior. Já foi pior. Em 1995, a proporção era de só um terço. No debate sobre salários, dois grupos se enfrentam: os que defendem reajustes iguais para todos e aqueles que querem remuneração por mérito, vinculando ao menos parte do pagamento ao desempenho docente. Curioso é notar que políticas tão opostas têm resultados semelhantes. Já se sabia, a partir de vários estudos, que salário não tem relação imediata com desempenho do aluno. Agora, surgem evidências de que a bonificação por mérito tampouco tem efeito. Foi esta a conclusão de um relatório publicado no mês passado pela Associação de Escritores em Educação dos EUA, após revisão de estudos publicados naquele país. Mas tais estudos captam apenas efeitos imediatos. No longo prazo, a perda de prestígio deixa a carreira pouco atrativa para os talentos que poderiam estar em sala de aula, mas optam por outras profissões. É por isso que são fundamentais políticas de Estado como o Plano Nacional de Educação, em discussão no Congresso. Sem metas e exigências mínimas de investimento no setor, é sempre tentador para o político colocar trens-balas e afins à frente da educação.
FONTE: Folha de São Paulo, edição de 17de julho de 2011, p. 2
Morava em uma das gavetas do meu guarda-roupa, até a semana passada, uma meia de lã verde que pertenceu ao avô de uma ex- namorada. A meia, de tão velha, estava transparente nos calcanhares. O avô, que eu não conheci, morreu há mais de uma década. E a ex-namorada, faz tempo, é feliz com outro homem. Mesmo assim, a meia seguia comigo. De vez em quando, nas noites de inverno, ela saia da gaveta e me ajudava a dormir quentinho – e esse era a desculpa oficial para a sua permanência duradoura na minha casa e na minha vida. Mas seria apenas isso? Não. Como tantas outras coisas espalhadas por gavetas, paredes, armários, cabides, penteadeiras e até na porta da geladeira da minha casa, a meia de lã verde era um pedaço de memória. Estava lá para materializar um pedaço gostoso do passado e tentar impedir que ele sumisse. Sei que há pessoas que não se interessam muito pelo que passou. Gente que vira as costas rapidamente para ontem e com rapidez ainda maior começa de novo, amanhã. Gente desapegada, que sai da vida dos outros deixando tudo para trás: móveis, afetos, objetos, fotografias, lembranças, meias... Eu não. A minha casa é o museu da minha vida. Quem passou por uma vai deixando sinais no outro. Fotos, cartas, entradas de cinema, meias... Outro dia, procurando um documento, dei de cara com uma caixa azul cheia de cartas e bilhetes. Havia muita coisa antiga ali, de vários tamanhos e densidades. Fiquei bestificado e comovido. Mulheres apaixonadas ou desiludidas escrevem lindamente. Quando o amor acabou, quando aquela dor antiga já não faz mais sentido, o sentimento registrado em letra trêmula ou determinada ainda vibra – e nos transmite a sensação, deliciosa, de haver vivido. E ter estado em boa companhia. Mas nem todo mundo entende assim. Às vezes, uma mulher entra na vida de um homem determinada a apagar o passado. Não basta a ela um lugar no presente. Ela precisa limpar, com a energia e detergente, a memória do que passou. Sai farejando pelos cantos os restos deixados pela outra. De quem é essa camiseta de mulher? Por que você guarda esse guarda-chuva colorido? O que tem de especial nesses cristais? Sumir com os sinais do passado na vida do outro, porém, é claramente uma tarefa impossível. Primeiro, por que você não sabe contra o quê está brigando. A inimiga pode estar em toda parte. A cueca que seu namorado usa, por exemplo, por ter sido um presente da anterior. Ou o lençol no qual vocês dormem felizes. A camiseta de corrida que ele adora? Pois é... Aquele vaso bonito da sala, sabe qual? Foi ela quem escolheu numa viagem. A gravata bonita que ele usou no casamento? É do irmão dela. Ele nunca devolveu. Aliás, aquela camiseta que ela empresta quando você dorme na casa dela: grande, né? Outra razão pela qual o passado é inexpugnável: aquilo que está no guarda-roupa ou na cristaleira é apenas a parte visível da memória e dos afetos. O que vai por dentro, muito mais importante, é invisível ao olhar. Não dá para brigar com as lembranças que o seu homem carrega dentro dele. Se ele escuta uma música no rádio do carro e sorri, o que você diz? Se vocês viajam a uma cidade em que ele já esteve, o que você sente? Se ele para, absorto, relendo a dedicatória de um livro, como você faz? Ao contrário do presente, o passado não pode ser destruído ou alterado. Se tomar formas inocentes no presente – um quadro na parede, um comentário passageiro – isso é positivo. Demonstra uma saudável conexão com a própria biografia. Há algo de errado com as pessoas que encobrem seu passado como quem pinta a parede uma vez por ano. Por que é tão difícil confrontá-lo ou tão necessário evitá-lo? Melhor que ele exista e esteja em paz. Tenho um amigo que, antes de se casar, deixou a futura mulher queimar o seu colchão de solteiro. Era um exorcismo bem-humorado e carinhoso, mas o diabo, mesmo assim, voltou. Depois de um bom tempo, mas voltou. Uma legião deles, na verdade. Se as leitoras e leitores me permitissem um palpite, eu deixaria em paz as lembranças da outra. Ou do outro. O que há demais numa camiseta cor de rosa que vive quietinha no fundo de uma gaveta? Nada. Aquele capacete tamanho G que dorme há anos embaixo da cama – qual o problema, rapaz? O motoqueiro não está mais lá. A galeria de rostos na moldura da Tok-Stok não sorri para você, mas isso é só um detalhe. Seu namorado está ótimo nas fotos. Há restos de decoração da outra pela casa toda? Nenhum problema: ela tinha um gosto divertido e, de qualquer maneira, o fulano gosta da decoração e da lembrança, não necessariamente da fulana. Se isso ainda não bastar para você encarar o apego ao passado do seu homem com alguma tolerância, sugiro um argumento que eu uso comigo e que tem me ajudado a evitar o ciúme do pretérito: o efeito Orloff. “Eu sou esse cara amanhã”. Um dia, se esta relação acabar, eu não quero ser demonizado, exorcizado e depois esquecido como um sonho ruim. Não gostaria que as minhas fotos fossem apagadas do hard-disk (ok, tirar do Facebook eu entendo...). Não queria que as roupas que eu dei fossem jogadas fora, que as páginas de dedicatória dos livros fossem arrancadas, que a luminária que me deu tanto trabalho instalar na casa dela fosse trocada por outra, mais feia, apenas para me tirar do quarto. Mas eu sou apegado – e, à minha própria maneira, realista. Prefiro ver uma meia na gaveta a não ver absolutamente nada. As meias eu sei que um dia serão jogadas fora.
Comentário da Edilva: eu adoro esse cara, (Ivan Martins), leio as colunas dele todas as quartas-feira na revista Época, assim como leio as colunas de Contardo Caligaris todas as quintas-feiras na Folha de São Paulo. Eles me ensinam muito sobre a sensibilidade do universo masculino. Aprendo muito com os dois.
Atendendo a pedidos (hehehehe) vou falar um pouquinho da 9ª Semana de Letras das FIU (Faculdades Integradas de Urubupungá) em que eu trabalho (muito) em Pereira Barreto - SP.
A semana aconteceu na 2ª quinzena de maio e contou com a participação de estudantes de Letras, Pedagogia, professoras e professores de Pereira, Ilha Solteira, Sud Menucci, Três Lagoas, Andradina e Suzanapólis.
Foram realizadas palestras, oficinas, apresentações teatrais, musicais e uma festa de encerramento super animada.
Veja algumas imagens da Semana de Letras:
O povo agitando no Teatro...
Galera do 3º de Letras
Eu ministrando uma Oficina sobre livros Clássicos
Berti ministrou Oficina sobre Texto Dissertativo
Distribuindo livros para Diana e Maria
O que é um Livro Clássico?
Professoras Gizelda e Marlene Durigan (que ministrou palestra)
Com professoras da rede municipal de Ilha Solteira
Calendário 2012 das escolas estaduais de São Paulo
Diário Oficial -Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 8 de julho de 2011 -Resolução SE 44, de 7-7-2011
Dispõe sobre a elaboração do calendário escolar anual das escolas da rede estadual de ensino
O SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, à vista do que lhe representaram a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento de Recursos Humanos e considerando: - as reivindicações de representantes dos profissionais da educação por ocasião de visitas realizadas pelo Secretário aos polos regionais; - a obrigatoriedade de se assegurar em todas as unidades escolares o cumprimento dos mínimos de dias letivos e horas de aula exigidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; - a necessidade de instrumento que preveja e contemple as atividades necessárias à eficácia e à eficiência da gestão escolar; - o disposto no Decreto nº 56.052, de 28.7.2010, que dispõe sobre o funcionamento das escolas públicas estaduais nos períodos de recesso escolar; - a conveniência de se adotar um calendário mais compatível com os dos demais sistemas de ensino; e - a oportunidade de se oferecer aos funcionários, alunos e pais de alunos condição de melhor planejamento de suas atividades, Resolve:
Artigo 1º - a partir do ano letivo de 2012, as escolas estaduais paulistas se organizarão para atender ao que se segue:
I – início das aulas regulares no primeiro dia útil de fevereiro;
II – encerramento das aulas regulares do 2º bimestre no último dia útil de junho;
III – início das aulas regulares do 2º semestre no primeiro dia útil do mês de agosto, e término, quando se completarem os 100 (cem) dias letivos previstos para o semestre.
Parágrafo único – a organização das atividades escolares será feita de forma a não prever a participação de alunos nos meses de janeiro e de julho.
Artigo 2º - As escolas estaduais deverão organizar seu calendário de forma a garantir, na implementação da proposta pedagógica, o mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar e a carga horária anual de estudos estabelecida para o período diurno e/ou noturno, respeitada a devida correspondência quando adotada a organização semestral.
Artigo 3º - Consideram-se como de efetivo trabalho escolar os dias em que, com a presença obrigatória dos alunos e sob orientação dos professores, sejam desenvolvidas atividades regulares de aula e outras programações didático-pedagógicas, que visem à efetiva
aprendizagem.
§ 1º - É vedada a realização de eventos ou de atividades não programadas no calendário escolar, em prejuízo de aulas previstas.
§ 2º - Os dias letivos e/ou aulas programadas que deixarem de ocorrer por qualquer motivo deverão ser repostos, conforme a legislação pertinente, podendo ocorrer essa reposição inclusive aos sábados.
Artigo 4º - o calendário escolar deverá ser elaborado com a participação de docentes, ratificado pelo Conselho de Escola e encaminhado à Diretoria de Ensino para a devida homologação.
Parágrafo único - Qualquer alteração no calendário escolar homologado, independentemente do motivo que a determinou, deverá ser submetida à apreciação do Supervisor de Ensino da escola e à nova homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.
Calendário 2012 das escolas estaduais de São Paulo (continuação)
Artigo 5º - na elaboração do calendário, a escola deverá observar:
I – férias docentes nos períodos de 1º a 15 de janeiro e de 1º a 15 de julho;
II - atividades de planejamento/replanejamento, avaliação, revisão e consolidação da proposta pedagógica, nos 2 (dois) ou 3(três) últimos dias úteis dos meses de janeiro e de julho;
III – período para o processo inicial de atribuição de aulas, de até 7 (sete) dias úteis, antecedendo ao período fixado nos termos do inciso anterior;
IV – 1 (um) dia de atividades para reflexão e discussão dos resultados do SARESP;
V - reuniões do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres;
VI - reuniões bimestrais de Conselho de Classe/Série e de pais de alunos; e
VII - recesso escolar:
a) no período que antecede as atividades de planejamento, em janeiro, logo em seguida ao período de férias docentes;
b) de 10 (dez) dias úteis no mês de julho, logo em seguida ao período de férias docentes, e c)
em dezembro, logo em seguida ao encerramento do ano letivo.
§ 1º - Os dias destinados às atividades relacionadas nos inciso II, IV e VI deste artigo são considerados como de efetivo trabalho escolar.
§ 2º - As datas das atividades previstas nos incisos II, III e IV deste artigo serão definidas em Portarias a serem expedidas pelos órgãos centrais da Pasta.
Artigo 6º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.
Comentário da Edilva: adorei esse novo calendário letivo, pois assim as férias do meio do ano em meus dois empregos, particular e público, coincidirão. Como vou ficar em férias durante todo o mês de julho poderei ir a Feira Literária Internacional de Paraty, que sonho ir há vários anos, mas não posso viajar no início de julho devido as provas e entrega de notas da rede estadual. Vários colegas não gostaram do novo calendário, mas a vida é assim, nunca todos ficarão contentes. Eu fiquei.